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A revista TUPINAMBAH no COMBATE ROCK

“A revista Tupi Nambah, com textos, desenhos, imagens, quadrinhos e roteiros de autoria de Carlos Lopes, é um sopro de criatividade e resistência em um momento grave da vida político-econômico-social deste Brasil infeliz dominado pelas trevas, pelo retrocesso e pela irrelevância em todos os sentidos. A crítica política e social é ácida e contundente, com forte viés de protesto e de esquerda, passando por uma verdadeira aula de história e de sociologia enfocando a vida brasileira a partir da Segunda Guerra Mundial. A obra cometida por Lopes é de uma importância crucial para entender o momento em que vivemos, sem retoques ou eufemismos.”
Marcelo Moreira, jornalista do Combate Rock.

https://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2019/01/25/carlos-lopes-e-a-tupi-nambah-sao-as-vozes-roqueiras-contra-o-atraso/?fbclid=IwAR2WgaBoCnYO_XNHNQb_Y2WaElynoZ8marL8MF9dN5agkjSQkYbPSmx3w3c

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A camiseta mostra a capa da segunda edição da revista Tupinambah, que contém uma única história: Estado de Exceção.  A motivação que me faz editar, escrever e desenhar, além da questão artística, é acima de tudo consciencial, humana. Não tenho leitores, tenho camaradas. E juntos construímos um país livre em que todos possam se expressar em termos artísticos, religiosos, políticos e sociais. Se esta liberdade está em risco, se a ilusão toma conta de almas e mentes cabe a nós, guerreiros da liberdade tomar o destino em nossas mãos.

Nasce a revista TUPINAMBAH! AVÔHAI! OXALÁ!

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No momento em que decido produzir, imprimir e distribuir uma revista independente e tão pessoal como Tupinambah, grandes publicações com centenas de milhares de cópias como a Rolling Stone brasileira fecham as portas. Ao mesmo tempo, uma publicação icônica como o Jornal do Brasil retorna às bancas cariocas… Há pelo menos uma década sabia-se que o mundo impresso estava em mutação.

Tupinambah é o meu canto de cacique, de dentro da oca para o mundo possível.

Antropofagia.

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Há muitos Brasis, mas o meu é ser mestiço, criativo e independente.

Esta revista é a forma que encontrei de conversar com cada um de vocês, exatamente como eu conversaria se tivesse a oportunidade. Não me importam os dados da indústria, se é um “tiro no pé”, não me incomodo se o trabalho é muito ou “fora da curva”… O importante é que Tupinambah existe, e continuará existindo até o último dos seus dias. Preciso de inspiração, saúde e do retorno de cada um de vocês. É uma boa forma de distribuir amor. Bastante útil. Alimenta a alma e mantém a roda girando.

Carlos Lopes, agosto de 2018.

“Ativismo não é bom, ação é ótimo”, Gilberto Gil (Revista Status, outubro de 1979).

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A refletir:

“Os brasileiros de classe média frequentemente surpreendem um europeu com uma longa lista de faculdades e cursos que terminaram; mas, na verdade, o conhecimento adquirido por eles é muito superficial, o que significa que no Brasil, por regra, encontramos pessoas ignorantes, que, mesmo com numerosos títulos científicos, não chegam aos pés da nossa gente com formação primária”, Bakalár, agente secreto tcheco (extraído do livro 1964, o Elo Perdido).

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Temas da edição número 1:

O SEGREDO J – Adaptação do livro de mesmo nome sobre um segredo oculto há 2 mil anos. Neste capítulo, o Presidente/Ditador brasileiro encontra-se com o Presidente americano durante a Segunda Grande Guerra. Entre as negociações no nordeste do Brasil, o misterioso segredo é revelado.

O EDIFÍCIO 50 – Memórias do prédio em que nasci e cresci. Histórias dos personagens com que convivi. Um microcosmo do Brasil.

INIMIGOS – Até quando deve-se lutar por nossas “verdades”? Seremos apenas marionetes das grandes corporações? A paz seria a maior das mentiras?

NO INTERIOR DA TERRA – Primeiro capítulo do livro sobre a invasão do Brasil pelos EUA para conter os BRICS e impedir que o país se desenvolva.

POSTERES

ESTADO DE EXCEÇÃO – Militares de extrema direita ressentidos com a possibilidade de um político popular assumir o poder preparam o assassinato de milhares de pessoas em um show com os maiores artistas da MPB. Um casal, apenas um, lutará pela liberdade.

LIVROS

O PROJETOR – Um professor de história, desiludido, descrê em seu papel como formador de consciências. Seus alunos não se interessam por nada e nem conseguem fazer associações entre o nosso passado e o que ocorre no país hoje. Uma experiência metafísica mudará o rumo dessa “história”…

AQUIROPITA E LUÍS COELHO – Casal discute a relação.

 

TUPINAMBAH, número 1 (AGOSTO DE 2018)

Editor: Carlos Lopes (carloslopes@tupinambah.com.br)

https://www.facebook.com/carloslopestupinambah/

Administrativo: Luciana Sendyk (luciana@tupinambah.com.br)

T I: Cláudio Lopes

Todas as artes e textos de Carlos Lopes.